Visão de Mérope Gaunt

                                           

                                             Capitulo seis

                                 Mérope Gaunt e a poção do amor

Estava fazendo uma semana que seu pai e seu irmão foram levados pra Azkaban. Ela estava na cozinha segurando uma garrafa que estava cheia de um liquido que parecia água. Nessa garrafinha tinha um papelzinho colado que dizia " Poção do Amor ". Mérope ouviu um barulho de cascos de cavalo na direção da estradinha de chão que havia perto dali, ela foi correndo para janela pra ver se era o jovem Tom Riddle, e para a sua surpresa era ele. Ela saiu correndo pela cozinha para pegar um copo e a garrafa e depois foi para a estrada por onde Tom estava passando, chegando lá ela viu que tinha esquecido de tirar o papel que estava na garrafa, e com um puxão ele tirou o papel e jogou ele fora.

--Ei, Tom! - Chamou a menina -Beba um pouco de água, esta muito quente hoje.

Estava realmente fazendo muito calor nesse dia. Tom deve ter pensado o mesmo porque deu meia volta e foi até Mérope. Ele olho fixamente pra ela.

--Bom, um pouco de água não me fará mal nenhum.- Falou Tom - Me dê um pouco então.

O coração de Mérope estava batendo bem rápido esse foi o momento mais esperado da vida dela, falar com Tom Riddle, ela sempre o amou desde criança.E agora lá estava ele bebendo uma poção do amor feita por ela que o deixaria louco de amor por Mérope em poucos segundos. Ela colocou um pouco da poção no copo e deu para ele. Tom bebeu até a ultima gota. Quando ele terminou de beber a poção ele estava com o olhar vago e um sorriso tonto. Ele olhou para Mérope e sorriu.

--Você é tão bonita. Não sei como eu nunca percebi isso! Falou Tom.

Mérope estava muito feliz a poção dela deu certo e agora ele estava apaixonado por ela. Ela não conseguia falar nada.

Passaram-se dois meses depois que Tom se apaixonou por Mérope, ele estava indo todos os dias na casa dela. Em um domigo à noite eles resolveram fugir. Eles foram para Londres e como eles não tinham nenhum dinheiro foram morar em uma casa velha e abandonada em uma estrada que ficava à 5 Km da cidade. Tom começou a trabalhar e Mérope continuava a colocar gotas da poção no café dele. Eles viveram muito bem durante alguns meses mais Mérope não estava tão feliz como estava no começo, descobriu que o que ela estava fazendo não era certo porque ele nunca a amou. Ela resolveu parar de dar a poção para ele, "Quem sabe agora ele não esteja me amando de verdade?", "E agora eu estou esperando uma filho dele, ele não pode me abandonar grávida." pensava ela.

E foi assim que aconteceu ela parou de colocar gotas da poção no café dele. Ele estava menos carinhoso e estavam brigando quase todos os dias. Durante uma briga Mérope falou para Tom que ela era uma bruxa, que eles estava tomando uma poção que o deixava apaixonado por ela...

--...e, eu também estou grávida.Completou Mérope olhando pro chão

Fez-se silêncio por um minuto.Tom que tinha ficado paralisado com a noticia começou a andar de um lado para o outro passando a mão no rosto. Ele parou novamente e olhou para Mérope.

--Sua, sua golpista, você acha que vou ficar ficar com você agora que sei de tudo? Ele estava muito alterado. Eu vou embora pra arrumar a burrada que eu fiz.

Ele entrou dentro do quarto e saiu depois de uns minutos com uma pequena mala. Mérope olhou da mala para Tom. Ela correu par ficar na frente da porta.

--Por favor não me deixe aqui sozinha Tom, por favor. Mérope estava chorando. Eu te amo, por favor, fique!

Tom olhou para ela, estava visivel que ainda havia uma gota da poção dentro dele, ele chegou perto dela e lhe deu um beijo, despois empurrou Mérope que caiu sentada no sofá chorando.Ele passou pela porta sem olhar para tráz e Mérope nunca mais o viu.

Visão de Tom Riddle quando criança

 

 

 

                                         Capitulo Cinco

                         O pequeno Tom Riddle

 Tom estava no seu quarto, ouviu alguém chegando. Ele se sentou e começou a ler um livro, mais na metade da leitura se perdeu nos seus pensamentos. Estava lembrando de quando das coisas que ele fazia com as crianças que moravam ali, estava pensando porque que a mãe dele não tinha entregado ele para o pai antes de morrer e por fim lembrou de quando foi ao campo e descobriu que podia falar com cobras.

Estava muito absorto em seus pensamentos que levou um susto quando ouviu a voz da srª Cole falando que ele tinha visita, entrou no quarto um homem velho de barba e cabelos compridos no tom acaju, ele vestia um terno de veludo cor de ameixa. Tom olhou para o homem com um certo espanto.

--Como vai Tom? Perguntou o homem estendendo a mão.

Tom demorou a aceitar a mão do homem pois ele esetava tentando descobrir que era aquele homem.

--Sou o profº Dumbledore.

Tom começou a achar que a srª Cole tinha chamado esse tal Dumbledore para levar Tom para o hospicio. Depois de um longo tempo com Tom falando que não era doido Dumbledore falou para ele que ele era um bruxo. Fez-se silêncio o coração de Tom foi parar na garganta. 

--O senhor também é bruxo? Perguntou Tom.

--Sou. Respondeu Dumbledore

--Prove. Tom falou com uma voz de autoridade.

--Bom imagino que você esteja aceitando a vaga em Hogwarts...

--Claro que estou!

--Então, vai se dirigir a mim chamando-me de ''senhor'' ou de ''professor''.

 Tom ficou com raiva mais preferiu não discutir e pediu desculpas. Dumbledore puxou a varinha e fez o ámario do TOm pegar fogo, Tom pulou da cama todos os seus pertences estavam ali e agora estava tudo queimado, quando o armario parou de pegar fogo ele viu que estava inteiro sem sinais do fogo. Tinha um barulho vindo de dentro do armario, o barulho parecia um chocalho.

 Tom estava cobiçando aquela varinha mais quando Dumbledore falou que queria ver o que estava fazendo o barulho dentro do armario. Tom sentiu seu coração na garganta.

Ele encarou Dumbledore e depois foi até o armario de onde tirou uma caixinha e levou ate a cama onde virou o seu conteudo. Tinha um ioiô, um dedal de prata e uma gaita-de-boca oxidada.

--Você irá devolver tudo isso aos seus verdadeiros dono. E alertou: Em Hogwarts não toleramos roubos em Hogwarts nos ensinamos não apenas usar magia mais a controla-la.

--Sim, senhor.

 Ele foi guardar a caixinha e quando voltou ele olhou para Dumbledore e falou que não tinha dinheiro, Dumbledore falou que Hogwarts o ajudaria no que precisase. Tom também perguntou onde poderia comprar os livros e o uniforme, Dumbledore se ofereceu pra ir com ele mais Tom não aceitou.

Quando Dumbledore se levantou para ir embora estendeu a mão para se despedir de Tom quando o menino disse:

--Poss falar com cobras. Falou com uma voz de trunfo. Isso é normal?

--Não, não é normal mais há ocorrências.

Ao dizer isso ele passou pela porta deixanto o pequeno Tom sentado na cama com um sorriso vitorioso.

 

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Visão do Dobby

 

                                       Capitulo quatro

                           O aviso de Dobby

 

 Dobby viu alguem abrindo a porta do quarto estava pronto para sumir caso não fosse a pessoa que ele queria, para sua sorte quem entrou no quarto foi a pessoa certa - Harry Potter -, ele sorriu e fez uma grande reverencia para o garoto.

--Ah...alô. Cumprimentou Harry.

--Harry Potter! Exclamou Dobby. Há tanto tempo que Dobby quer conhecê-lo meu senhor...É uma grande honra...

 O menino agradeceu e perguntou quem ele era.

--Apenas Dobby. Dobby o elfo doméstico. Respondeu Dobby.

 Dobby olhou para baixo ao ouvir a risada de uma mulher. Seu coração batia rápido pois sempre sonhava com o momento em que conheceria Harry Potter. Ele ouviu o garoto perguntar o porque que ele estava ali.

--Dobby  veio dizer ao senhor, meu senhor... é dificil, meu senhor...Dobby fica se perguntando por onde começar. Disse Dobby sério.

--Sente-se. Pediu Harry.

 Dobby sentiu uma coisa quente crescer dentro dele então começou a chorar, ou melhor dizendo, a berrar. Por ser um elfo doméstico era de sua natureza recusar a qualquer coisa que não fosse do seu dono, pois os elfos são tratados como escravos e quando fazem algo contra a vontade do seu dono eles se castigam com coisas horriveis.

--S-sen-te-se! Nunca...nunca... na vida. Disse Dobbby chorando.

--Desculpe não quis te ofender...

--Dobby nunca foi convidado a se sentar por um bruxo com seu igual.

 O garoto falou algo que Dobby mal ouviu. Ele só sacudiu a cabeça e de um salto ele se levantou da cama onde estava e começou a bater a cabeça contra a janela.

--Dobby mau, Dobby mau!

 Dabby sentiu Harry puxa-lo e coloca-lo na cama, depois de algum tempo o elfo se acalmou e falou sobre a sua familia, elogiou Harry várias vezes e do nada ficou quieto.

--Dobby veio proteger Harry Potter, alerta-lo, mesmo que ele tenha que prender as orelhas na porta do forno depois... - Seu coração começou a bater mais rápido - . Harry Potter não deve voltar para Hogwarts.

 Fez - se silêncio. O garoto falou que o lugar dele era em Hogwarts e depois  de uma longa discussão Dobby viu que Harry continuaria indo para Hogwarts Dobby fez um olhar triste e disse:

--Então Harry Potter não deixa a Dobby outra escolha.

 E abriu a porta so quarto e correndo escada abaixo. Harry correu atraz dele. Dobby se escondeu atras de um armario estava fazendo um pudim flutuar Harry pediu para que ele não fizesse nada com o pudim mais mesmo assim Dobby jogou o pudim no chão com os olhos cheios de lágrimas e sumiu.

 Dobby voltou para a casa dos Malfoy que eram os seus donos...

--Dobbyyy!! Gritou uma mulher que parecia estar muito nervosa. Onde esta o café que eu te pedi?

 

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Visão da Herminone

 

 

                           Capitulo Três

                              O Beco Diagonal

 Hermione não sabia o que fazer, - onde vou comprar tudo isso? - não tinha a menor idéia de uma livraria que vendia um livro chamado "Mil Ervas e Fungos Mágicos" .Essa pergunta entre outras não paravam de surgir em sua mente.Ela achou melhor ir tomar o café e depois pensaria no que fazer. Quando ela se levantou deixou o envelope cair no chão, ao pega-lo percebeu que havia outro pergaminho, desenrolou-o e começou a ler:

''Srtª. Granger como sabemos que a strª. pertence a uma familia trouxa (pessoas sem poderes mágicos) estamos lhe mandando o endereço d'O Caldeirão Furado a "Hospedaria" pela qual a srtª pode  passar para chegar ao Beco Diagonal. Ao chegar lá apresente a sua carta de Hogwarts junto deste pergaminho  ao Sr. Tom ele irá te ajudar.

No beco diagonal se troca dinheiro trouxa."

Uma hora depois do café Hermione e os seu pais sairam à procuara d'O Caldeirão Furado. Não foi facil, estavam quaze desitindo quando Hermione tropeçou em uma latinha que estava no chão e para na cair se apoiou em uma parede. Ao olhar o letreiro viu que se tratava d'O Caldeirão Furado. Era um lugar feio e um pouco sujo mais mesmo assim eles entraram. Então apareceu um homem baixo, careca e corcunda. Hermione levou um susto e segurou a mão do seu pai.

--Precisam de ajuda?Perguntou ele com uma voz parecida com um sussurro.

Hermione se adintou e perguntou:

--Estamos..estamos procurando pelo sr. Tom, ele se encontra?

--Sim, a srtª esta falando com o próprio. Falou Tom com uma pequena reverêcia. No que posso ajuda-la?

--Bom, precisamos chegar ao Beco Diagonal, mais não sabemos como. E lhe entrgou a carta de Hogwarts.

--Sim, sim eu deveria ter desconfiado. Por aqui.

E sairam em diração a porta dos fundos. Hermione estava um pouco assustada pois nunca vira pessoas com roupas tão esquisitas - nem nos shows de rock que passam na TV -. Ela passou pela porta, se depararam com uma enorme parede de tijolos. Hermione fez um gesto como se fosse falar algo, mais Tom  fez sinal para ela se calar. Ele puxou a varinha de dentro das vestes e começou a contar os tijolos na parede por cima de uma lata de lixo.

--Vamos ver...três para cima, dois para o lado e três batidinhas com a varinha. Agora para traz os três e quando o portal se abrir vocês podem passar por ele. Tchau. E saiu na direção do bar.

Hermione sentiu o pai cutucar ela. Quando olhou para ele para saber o que ele queria ele apontou para a parede onde estava abrindo um buraquinho que foi crescendo e virou um enorme portal. Por ele podia se ver uma rua torta cheia de lojas e pessoas. Eles passaram pelo portal. O sr. Granger estava procurando algum lugar para trocar o dinheiro trouxa. Até que criou coragem e perguntou a um bruxo loiro de cabelos compridos que passava perto dele.

--Senhor, onde eu possor trocar dinheiro trouxa?

O bruxos olhou desconfiado.

--Ali naquele prédio branco.

--Muito obrigado senhor.

Sobre o prédio braco tinha letras douradas que formavam o nome "Banco Gringostes", tinha vários homenzinhos - duendes - conversando do lado de fora do banco. O sr. Granger foi até um deles e perguntou se els trocavam dinheiro trouxa ele fizeram que sim com a cabeça. Ele e a mulher entraram enquanto Hermione ficou olhando a vitrine de uma livraria chamada "Floreios e Borrões" tinha livros e ,dentre os livros o que mais chamou a sua atenção foi o livro entitulado "Hogwarts uma história" e as resvistas porque as imagens delas se moviam.

--Mione, vamos comprar os seus materiais agora querida? Perguntou a Srª Granger.

--Sim, vamos! Falou ela muito empolgada.

E entraram na Floreios e Borrões, compraram tudo que ela precisava, livros, penas, pergaminhos e tinteiros. Logo após fora comprar o caldeirão, a balança, o telescópio e o conjunto de frascos. Depois foram a procura da loja de roupas, ela se chamava "Madame Malkin - Roupas para todas as ocasiões". Quando entraram uma mulher baixa, gorda e sorrindente vestida de verde fora recebe-los.

--Olá querida, vestes para Hogwarts, certo?

Hermione fez que sim com a cabeça.

--Por aqui querida. Os senhores podem ficar aqui enquanto esperam. Ela estava mostrando um sofá para eles e levou Hermione para os fundos da loja.

Hermione foi colocada em cima de um banquinho, a mulher colocou uma veste enorme na  e começou a cortar e costurar. Alguns minutos depois chegou uma menina muito alva de cabelos negros na altura do queixo, esta foi colocada ao lado da Hermione. Ela tinha um olhar frio. Se virou para Hermione e a comprimentou:

--Oi.

--Oi. Respondeu Hermione.

--Você esta indo para Hogwarts? Perguntou a menina

--Sim. Você tambem? Perguntou Hermione

--Claro. O que você acha que eu estaria fazendo aqui se não fosse isso? Respondeu ela com um pouco de malcriação Aliás, meu nome é Pansy Parkinson. E o seu?

Hermione não gostou nada do tom da menina.

--Hum...você ja sabe em qual casa você quer ficar? Perguntou Pansy. Porque eu quero ficar na Sonserina. Minha mãe falou que seu eu ficar na Grifinória ela me tira do testamento.

--Eu..não sei em qual casa eu vou ficar. Falou Hermione timidamente. Seus pais ja estudaram em Hogwarts?

--Claro, minha familia é puro-sangue. A sua não é? Perguntou Pansy espantada.

--Bom..meus pais são trouxas. Falou Hermione.da voz da menina.

--Hermione Granger.

Pansy olhou com nojo para ela.

--Ah..eu deveria ter deconfiado. Falou Pansy com desprezo.

--Pronto Srtª Granger. Ja pode ir embora. Falou a costureira.

Hermione saiu sem se despedir de Pansy. Seus pais a acompanharam. Agora só faltava comprar a varinha, eles foram até uma loja chamada "Olivaras". Eles entraram e um senhor veio atende-los.

--Bom...pelo jeito vocês precisam de uma varinha, certo? Perguntou o Sr. Olivaras

--Sim é para mim. Falou Hermione alegre.

--Vamos ver então. Com qual mão se segura a varinha?

--Bom...eu sou destra. Respondeu Hermione.

Ele trouxe uma pilha de caixas e falou para Hermione segurar e sacudir a varinha. Depois de várias tentativas finalmente uma deu certo e saiu algumas fagulhas vermelhas da ponta da varinha.

--Hum...muito boa essa 25 cm, vidoeiro e pêlo de unicórnio.

Então Hermione saiu da loja e do Beco Diagonal feliz da vida por ter feito todas as suas compras.

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Visão da Hermione

                                        Capitulo Dois

                                 As cartas de Hogwarts

 

 Era uma manhã de segunda-feira aparentemente normal de Londres. Havia uma menina que dormia tranquilamente em sua cama. Seu cabelos eram castanhos e volumosos, os seus dentes da frente eram um pouco maior que o normal. Ela se chama Hermione Granger. A porta do quarto se abre e entra uma mulher, a menina se parecia muito com ela - principalmente os cabelos -, era a Srª. Granger a mãe da Hermione.

--Mione, acorde querida.Falava a Srª. Granger com carinho. Chegou uma carta para você.

 Hermione havia se sentando na cama.

--Hum...uma carta? Para mim? Disse ela meio sonolenta. Mais de quem?

A mãe balançou os ombros dizendo que não sabia.

''Strª. H. Granger.

Ultima porta do corredor.

Segunda casa depois do Green Park.

Londres'' *

A carta era diferente de todas as outras que ela ja tinha visto; era um envelope grosso e pessado, feito de pergaminho amarelado e endereçado com tinta verde-esmeralda. Não havia selo. Quando virou o envelope para abri-lo ela viu que havia um selo púrpura com um brasão; um leão, uma águia, um texugo e uma serpente circulando uma grande letra ''H". Ela o abriu. Com os olhos ainda fixos na carta ela começou a ler o conteúdo do pergaminho.**

'' Escola de Magia e Bruxaria Hogwarts

Diretor:Alvo Dumbledore

(Ordem de Merlin, Primeira Classe, Grande Feiticeiro, Bruxo Chefe, Cacique Supremo, Confederação Internacional de Bruxos)

Prezada Srtª. Granger,

Temos o prazer de informar que V.Sª. tem uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Estamos anexando uma lista de livros e equipamentos necessários.

O ano letivo cameça em 1º de Setembro. Aguardamos sua coruja até o dia 3 de Julho, no mais tardar.

Atenciosamente,

Minerva Mcgonagall

Diretora Substituta.''

Aindda assustada ela desenrolou o segundo pergaminho e leu:

''Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts

Uniforme

Os estudantes do primeiro ano precisam de:

1.Três conjuntos de vestes comuns de trabalho (pretas)

2.Um chapéu pontudo simples (preto) para uso diário

3.Um par de luvas protetoras (couro de dragão ou similar)

4.Uma capa de inverno (preta com fechos prateados)

As roupas do aluno devem ter etiquetas com seu nome.

Livros

Os alunos devem comprar um exemplar de cada um dos seguintes:

Livro padrão de feitiços (1ª série) de Miranda Goshawk

História da Magia de Batilda Bagshot

Teoria da Magia de Alberto Waaling

Guia de Transfiguração para iniciantes de Emerico Switch

Mil ervas e fungos mágicos de Fílidia Spore

Bebidas e pocões mágicas de Arsênio Jigger

Animais fantásticos e seu habitat de Newton Scamander

As forças das trevas: Um guia de autoproteção de Quintino Trimble

Outros equipamentos

1 varinha mágica

1 caldeirão (estanho, tamanho padrão 2)

1 conjunto de frascos

1 telescópio

1 balança de latão

Os alunos podem ainda trazer uma coruja OU um gato OU um sapo.

Lembramos aos pais que os alunos do primeiro ano não podem usar vassouras pessoais"

Ela tirou os olhos da carta e a entrogou para a mãe que ficou perplexa ao terminar a leitura e olhou para filha que estava sorrindo. Então Hermione disse:

--Mamãe, acho que sou uma bruxa! Falou com os olhos brilhando.

* Preferi não colocar o nome da rua porque não sei nome de ruas Londrinas

** Gente desculpa por esse errinho ta é porque ainda sou nova nesse negoci de blogBobo

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Visão do Sr. Weasley

 

                                 Capitulo Um

                      O menino que sobreviveu

 

--Molly, Molly querida, corra aqui rápido!

Chamou o Sr. Weasley, um homem alto, magro, de cabelos vermelho e óculos com aros de tartaruga. Tinha acabado de receber a sua edição matinal do jornal bruxo "O Profeta Diário". A porta da sala se abriu com força e aparece uma mulher  baixa, redonda com seus cabelos ruivos amarrados em um coque. Ela estava segurando uma bacia de roupas limpas.

--O que foi Arthur?. Perguntou ela com um olhar preocupado. O que você esta lendo? Aquela vaca da Rita Skeeter tem inventou o que agora?. Perguntou ao ver o que o marido estava lendo.

--Não Molly dessa vez ela não inventou nada ela esta dizendo a verdade. Você-sabe-quem foi derrotado! Parece que perdeu todos os seus poderes e sumiu! Vencemos a guerra!. Disse ele empolgadíssimo.

 Ao ouvir isso a mulher leva as mãos a boca como um ato de susto e deixa a cesta cair espalhando todas as roupas no chão.

--Por Deus Arthur não brinque com coisa séria. Olha a bagunça que você me fez fazer. Agora me deixa arrumar isso. Ele puxou a varinha de dentro do bolso do avental rosa de babados e com um rápido movimento as roupas se dobraram e voltaram para o fundo da cesta.

--Não querida eu não estou bricando, escute só. Ele pegou o jornal, arrumou os óculos na ponta do nariz e começou a ler em voz alta:

"Fontes confiaveis nos informam que Aquele-que-não-deve-ser-nomeado atacou

 a casa dos aurores Lilian e Tiago Potter (que morreram) lançou em Harry

 Potter- um menino com pouco mais de um ano de vida que sobreviveu- uma

maldição da morte mal sucedida e em função disso perdeu todos os seus poderes

- e a guerra- . Harry Potter que foi a unica vitima da maldição que não morreu e por

muito tempo ele será guardado em nossa memória como O-Menino-Que Sobreviveu e ..."

--Devolve os meus sapatos Fred!

--Não, achado não é roubado quem...(PAM) Ai!

 Havia entrado três meninos na sala, os três eram ruivos e estavam de pijama. Um estava segurando um par de sapatos velhos esse era bem ruivo, alto e magro. Tinha um sorriso travesso no rosto molhado de lágrimas. Seu nome era Fred. O segundo estava choramingando e pedindo os sapatos de volta - esse mesmo havia socado o menino que segurava os sapatos - era tão ruivo quanto Fred, usava oculos parecidos com os do pai, aparentava ser mais velho que Fred e tinha um ar metido e arrogante, seu nome era Percy. O terceiro era identico ao Fred, ele estava rindo sem para da cena. Ele se chamava Jorge.

-- Pelas barbas de Merlin, o que esta acontecendo aqui? Perguntou o Sr. Weasley.

-- Papai o Fred pegou os meu sapatos e não quer me devolver. Respondeu o Percy.

-- Eu só estava brincando. E ele me deu um soco. Reclamou Fred colocando a mão na boca.

Jorge continuava a rir.

-- Todos os três fiquem quietos agora. Gritou a Srª. Weasley. Fred devolva os sapatos do seu irmão, Percy peça desculpa ao Fred e voucê Jorge pare de rir dos seu irmãos...ah meu Deus vocês acordaram o Rony! Disse a Srª. Weasley muito calma ao ouvir um choro de criança olhou outra vez para os meninos. Depois eu converso com vocês, agora vou pegar o Rony para dar a mamadeira.

E saiu da sala cantarolando alguma coisa a ver com "vencemos a guera". Os garotos ficaram perplexos ao ver essa cena.

-- Só? Ela não vai nem puxar as suas orelhas?. Disse Jorge espantado. Que chato! O que será que tem pro café?. E e saiu desapontado na diração da cozinha.Insatisfeito

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Em breve comnnidade no ORKUT .

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